
Enquanto alguns aproveitaram o feriado prolongado para viajar, outros resolveram arregaçar as mangas e trabalhar. Pelo menos foi assim na Rampa do Santa Inês, em Macapá, onde o repórter Jota Junior conversou com produtores e atravessadores.
Nas primeiras horas desta quinta-feira, 21 de abril, já tinha de tudo: açaí, verduras, camarão, peixe e até porco vivo. Dava pra ouvir de longe o grito dos bichos. Foram 50 porcos que chagaram da Ilha do Marajó (PA), totalizando aproximadamente 2 mil quilos.
De lá, o repórter trouxe a informação de que o quilo da carne suína está sendo vendido a R$ 5,00. Numa conta rápida, o faturamento da venda deve render R$ 10 mil movimentando, assim, a economia do setor primário no Amapá.
Mas, uma preocupação, aflige os criadores de porcos: a fiscalização da Vigilância Sanitária. É que o Amapá não possui abatedouro para carne suína e eles temem perder a mercadoria.
Os criadores ficam até mesmo receosos de conceder entrevista para a imprensa achando que a reportagem comparece no local para denunciá-los. O assunto rendeu comentários no Jornal da Manhã a respeito da importância de aquecer a economia do setor sem prejudicar os criadores.
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