A malária começa como uma gripe. Os primeiros sintomas fazem a pessoa ter febre, dores nas articulações, dores de cabeça vômitos que, em casos de falsíparoi que é a malária mais grave, pode apresentar convulsão e coma.
De acordo com a Coordenadoria de Vigilância em Saúde do Amapá, nos primeiros três meses do ano, foram registrados mais de 147 casos de malária na região norte do Amapá, sendo que mais de 60% foi em áreas indígenas, em 52 aldeias no município de Oiapoque.
Cássio Vieira, que faz parte do controle de endemias do Estado, disse que a maioria dos casos são em crianças, adolescentes e idosos.
Os dados apontam que, nos últimos 3 anos, 16 postos de apoio aos índios foram desativados na região e nenhuma ação de combate da doença foi realizada. A responsabilidade pela área é do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei),órgão do governo federal. A prefeitura de Oiapoque diz que não tem competência financeira para arcar com o combate à malaria no município.
Em Mazagão, os casos também preocupam. Foram registrados 145 casos de malária falsíparo. E, em Pedra Branca, houve um surto da doença no ano passado. Na região, a prefeitura distribui mosqueteiros para a população.
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