O Instituto de Defesa do Consumidor do Amapá (Procon/AP), realizou no início do mês, uma fiscalização nas lojas que comercializam produtos da lista de material escolar.
O objetivo foi verificar os preços dos produtos; se tem abuso e, em quais estabelecimentos esses produtos estão mais em conta, para que fosse divulgado ao consumidor, servindo como orientação na hora da compra, como explica Vicente Cruz, diretor-presidente do Procon/AP.
Ainda, segundo a pesquisa realizada pelo Instituto, foi divulgada uma lista com 34 itens do material escolar que não podem ser exigidos pelas instituições de ensino. Entre os itens proibidos, estão papel higiênico, creme dental, sabonetes, material de escritório, como caneta para lousa e outros produtos de e uso coletivo.
Outro detalhe no qual os consumidores devem ficar atentos é que as instituições de ensino não podem exigir marcas e modelos de produtos e nem orientar que adquirem o material escolar em estabelecimentos comerciais específicos. A lista está disponível no portal do governo e no próprio Procon/AP.
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